Proposta de atelier de artes plásticas
Sobre o tema da árvore, com uma abordagem do desenho e da pintura
1ra etapa: desenho de observação in situ
Material; folha A4 (vários por criança, cerca de 5 para desenhar diferentes coisas e dar-se o direito de errar), suporte rígido, lápis de papel ou feltros de cores escuros (não lápis de cores, demasiado apagado para o desenho).
Assunto: a vegetação local
Observar a vegetação local e representar-a o mais fielmente possível : como é feita, a forma da planta ou da árvore, a forma das folhas, as nervuras, os frutos, como os frutos são dispostos em relação às folhas...
Se possível pôr as cores ou fazer anotações para representar-os em atelier.
Desenhar o assunto de maneira isolada tipo tábua de Botânica e (ou) no seu ambiente.
O desenho de observação é um exercício fácil a executar para as crianças. É um exercício de análise. Fazem-no bastante espontaneamente. O resultado é às vezes bastante diferente dum "tornado fotográfico" mas corresponde sempre à uma análise relevante. Valorizar a criança mostrando-lhe o que se assemelha ao modelo no seu desenho.
É necessário explicar às crianças que cada um vai produzir alguma coisa de diferente e que é aquilo que é interessante
2a etapa:
Preparar um fundo com a guache. Fazer fabricar por cada um uma cor de sua escolha que se combina com a ou as cores que utilizará para pintar os motivos vegetais sobre o fundo.
Cobrir a superfície de uma ou várias folhas de papel (poderám ser apresentadas assembleias) com um pincel escova e deixar secar.
Não pôr demasiado água para que seca rapidamente.
3a etapa:
Adiar sobre os fundos pintados os desenhos realizados de acordo com a natureza: ao pincel flexível ou ao pastel ao óleo, desenhar de novo os diferentes elementos.
Colorir, aumentar, multiplicar, sobrepôr, montar...
Pode-se também, se os esboços correm particularmente bem, recortar-o e colar-o sobre o fundo.
É necessário fazer com que os motivos surge bem sobre o fundo. Quer pelo o jogo das cores, quer um desenho aos traços marcados
É importante pôr as crianças em confiança de modo que possam viver esta experiência como um momento de prazer e de real troca, para aquilo, alguns conselhos: fazer você o mesmo exercício para dar-os o exemplo do que é necessário fazer tranquilizando-os sobre o facto de bem que não fala a mesma língua, fala a mesma linguagem sobre uma folha de desenho.
Tragam a fantasia que não ousarão pôr sem o vosso acordo.
Fazer trabalhar grupos de idades relativamente homogéneos de modo que não haja comparações que desvalorizam entre as diferentes idades.
Se uma criança sente-se mal à vontade, ou não chega a avançar, tentar compreender á onde bloqueia e propôr-lhe soluções nele que mostram como fazer sobre uma folha lado, mas deixá-lo sempre executar ele mesmo o trabalho sobre a sua própria folha.
Naturalmente, a operação delicada que consiste a vincular o aprendizagem e a expressão pessoal necessita incentivos permanentes e não suporta nenhum julgamento quanto à "verosimilhança" do resultado.
Não terão todas as mesmas qualidades de desenhistas ou coloristes, não é necessário sobretudo que seja um critério de avaliação sobre um atelier pontual como o que efectuará.
O importante é que cada um leva a efeito o seu trabalho de boa vontade e receba o vosso reconhecimento por ter dado um pouco de ele mesmo.
Fazer notar à costas dos trabalhos o nome e a idade de cada um e o título se lá tem um.
Para fechar o atelier, estender ou suspender todos os trabalhos para visualizar-o todos juntos, é no geral muito espectacular.
Boa sorte e que este momento artístico seja para todos o sinónimo de prazer compartilhado.
Sophie para Constelação.